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    Segundo o Sociólogo Zygmunt Bauman o egocentrismo e individualismo comuns nessa pós-modernidade, faz com que não vejamos o outro como um ser humano. Desta maneira, nota-se que a razão e decorrência da violência no esporte brasileiro está ligada a falta de empatia das pessoas. Nesse contexto, deve-se analisar a herança histórico-cultural, bem como as diversas brigas de torcidas organizadas. 
          Em acordo com o Sociólogo carioca Maurício Murad, dois mil e doze é o ano de maior violência no futebol brasileiro como o ano de maior número de falecimentos. Para ilustrar, a violência no futebol reflete em uma sociedade selvagem impulsionada pelo alto fanatismo, desrespeito e que não sabem aceitar a opinião e diferenças alheias. Em consequência, sair de casa para um eventual divertimento chega a ser arriscado por tantos atritos, com isso o esporte perde seu real sentido e brilho com cada vez menos pessoas nos estádios. 
          Em uma segunda análise, desde que foram registrados os primeiros decessos em nossa Nação em decorrência de brigas entre torcidas de futebol os problemas não foram resolvidos pelo contrário aumentaram. Isto é, o Brasil o País que mais tem mortes de torcedores por conflitos de organizadas esses óbitos ocorrem sempre fora do estádio ou acabam com pessoas gravemente feridos. Logo, os bandidos aproveitam e infiltram facções criminosas nas principais torcidas uniformizadas com interesses em promover conflitos, desordem e até mesmo mortes. 
          Torna-se evidente, portanto, que o Governo Federal promova palestras, por meio de campanhas públicas para possibilitar a conscientização de que existem diferentes formas de pensamento, escolhas e de que a tolerância e empatia sempre prevaleça, a fim de minimizar os escândalos e conflitos. Como também, o Governo Federal elabore uma lei aos clubes por meio de que monitorem a entrada de torcedores cadastrados em objetivo de que criminosos disfarçados de organizadas não entrem nos estádios.