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    No Brasil, há uma violência inserida no cotidiano  social, algo que o esporte deveria sublimar, porém esse se tornou uma manifestação de atos violentos, o esporte aonde mais se evidencia atos violentos é o futebol, devido a sua popularidade no país e grande número de espectadores. Tais atos acontecem dentro e fora de campo, vindo a ter as vezes finais trágicos.
      Um dos motivos da violência é a má gestão de ingressos por parte do clube, onde esse diz haver ingressos a venda na hora e não há, o que causa revolta nos torcedores que foram ao local comprar os ingressos e acabam não vendo o jogo, como já retratado pelo jornal El País quando no Rio de Janeiro, milhares de torcedores sem ingresso, furaram o bloqueio policial e transformaram o Maracanã em "terra de ninguém", ou seja, uma grande confusão que contou com pisoteamento, arrastão e furto, um reflexo da ferocidade dos torcedores e também da falta de organização  da segurança pública em tais lugares.
      Um segundo estopim para acontecimentos hostis é a falha da polícia em estádios, sendo essa estrutural, ou seja, não há um preparo sobre a distribuição dos policias em volta do estado, e na quantidades de agentes policiais presentes no lugar, então a segurança adequada é impossibilitada e assim prevenir  brutalidades e finais trágicos também. Tal impossibilidade fica mais explícita quando de acordo com o jornal OUL, em 2017 houve 11 mortes até Julho, com 2 investigações ainda em andamento, fazendo- se necessária o melhor controle policial em estruturas esportivas.
      Dessa forma, conclui-se que é necessário que a mídias faça campanhas com a intenção de mostrar as consequências da violência, a jogadores a incentivarem a paz dentro e fora do campo por meio das mídias sociais e que o ministério do esporte crie novas leis exigindo uma melhor gestão dos clubes em questão aos ingressos, afim de evitar novas revoltas e consequentemente diminuir as violências no esporte e principalmente evitar mortes, para que um dia o esporte não seja um meio apenas de diversão.