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    Cotidianamente vemos nos noticiários e jornais, casos de violência no esporte, especialmente futebol, já que, com menos frequência vemos casos de violência em outros esportes.
    
          De acordo com pesquisas, em 2014 foi o ano em que mais foram julgados processos de violência neste ambiente. Foram 67 casos de infrações referente a arremesso de objetos, vandalismo e violência, e isso, motivou uma pesquisa de Oxford, da qual relatou que o vínculo existente entre os torcedores e o anseio de proteger outros torcedores pode ser não apenas um fator para as agressões, mas também até para grupos extremistas no geral.
    
          No Brasil, essa agressividade é evidente  não apenas entre os jogadores mas entre os torcedores, parecido como um reflexo cultural da sociedade. Ao assistir um jogo de futebol, é possível ver jogadores sendo brutais e ameaçadores, socando, chutando e empurrando uns aos outros, quase que naturalmente.
    
          Em contraste, pode-se observar, por exemplo, o time do Japão nas Copas do Mundo que ocorreram. O time, praticamente não cometia faltas apesar do esporte ser naturalmente de contato e um tanto violento. Assim como sua torcida, que, após todos os jogos que assistiam, limpavam a arquibancada, levavam seu lixo e tratavam todos com respeito de igual para igual.
          Consequentemente, para que houvesse uma mudança nesta situação, seria necessária uma transformação nos indivíduos e na própria "cultura de agressão" existente no Brasil.