Causas e consequências da violência no esporte brasileiro

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    A segunda Guerra Mundial teve como sua principal causa o etnocentrismo alemão, a raça Ariana que supostamente seria a melhor raça da terra e deveria submeter as outras, esse pensamento deu inicio a uma guerra que teve como consequência mais de cinquenta milhões de mortes. Nos dias atuais, essa parte triste da história relaciona-se a violência dentro e fora dos estádios brasileiros. Sob esse viés histórico-social deve-se buscar uma solução que possa ser preventiva e educacional para que a tragédia não se repita.
          Em primeiro plano, ressalta-se a visão etnocêntrica que acompanha o país desde a sua formação. O brasil na época da colonização foi povoado pelos Europeus que trouxeram para cá uma visão eurocentrista, ou seja, a cultura Europeia acimas das outras e teve como desfecho desse pensamento a morte de milhões de índios que se recusaram a aderir o seu modo de pensar. Nesse cenário, esse tipo de pensamento, que o diferente é ruim, tem enraizado na cabeça do brasileiro, tendo como efeito a violência entre as torcidas organizadas. 
    
          Outro ponto é a face branda das leis brasileiras, a sensação de impunidade que é refletida, principalmente, nas ruas do país, e também, pode ser vista nos estádios. A primeira lei que se tem notícia, é a Lei de Talião, olho por olho, dente por dente, que foi escrita sobre o contexto de manter a ordem em uma sociedade que vivia no caos. Dessa forma, a fragilidade jurídica do Brasil tem suma importância na crueldade vista, periodicamente, no esporte brasileiro.
    
          Posto isso, é imprescindível que o Poder Executivo tome algumas medidas preventivas como a empatia ao que se é estranho, desde os níveis primários de educação, por meio da exibição de filmes  nas escolas como ''o bom dinossauros'', onde um animal faz amizade com um homem, passando-se a ideia de amizade entre os diferentes. Essa medida vai servir como prevenção ao etnocentrismo, além de não precisar enrijecer as leis, pois, seguindo a máxima de Aristóteles, onde  os homens são bons as leis não são necessárias, o treino da bondade ao próximo vai impedir que uma catástrofe ocorra como no século passado.