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    Desde a Idade média, os atos de violência eram vinculados às manifestações de imposição e poder. Diante deste cenário, os jogos entre gladiadores que lutavam no coliseu, em Roma, sucediam as pública afeição à brutalidade e a justificativa baseada nos valores culturais. No entanto, após séculos de avanços éticos e de proteção aos humanos, ainda reflete esses traços negligentes no esporte brasileiro. Bem como, as torcidas organizadas e nas consequências da violência urbana.
      Nesse contexto, de maneira análoga ao Brasil também destaca-se o valor esportivo sociocultural, todavia, com a persistência de práticas imorais expressadas por uma parcela retrógrada da população. Dessa forma, essas causas é evidenciadas acerca de tradições enraizadas na sociedade em relação as oposições de times, que hodiernamente são conotadas com uma rivalidade perversa, na maioria expressadas pelas ´´torcidas organizadas´´, em que as mesmas fundamentam práticas de violação aos direitos institucionais dos torcedores.Tal realidade existe, mediante as consequências de meados históricos de 1970, o governo de general Médici, em que as torcidas jovens foram censuradas a participarem de movimentos artísticos populares, desse modo  se estruturaram em jogos esportivos com tendências de fazer uma oposição ideológica ao regime, assim como na Roma antiga as manifestações de imposição e poder foram expressados de formas brutalmente violentas.Com isso. justifica a conjuntura de práticas de violências nos esportes até os dias atuais. 
     Além do mais, diante a essa dimensão de causas vale ressaltar o vandalismo urbano como consequência desse problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que os ataques e invasões de multidões das torcidas aos departamentos públicos, ocorrem pelas impulsões e frustrações da aglomeração de indivíduos após a finalização dos jogos, sendo essas práticas comuns em dias de eventos esportivos locais. A falta de uma filosofia ética nos âmbitos esportivos agravam os princípios de entretenimento como causa graves acidentes, de violação até homicídios. 
       Portanto, existem entraves socioculturais para garantir uma estruturação de política social que visem à construção de um esporte seguro. Destarte, o Ministério da Segurança Pública deve inibir a tumultuação de torcidas organizadas em estádios, mediante a elevação do número de seguranças locais nas ruas e arquibancadas com forças apoio, assim promovendo um espaço equilibrado e de lazer às famílias esportiva.Como também a mídia instituir comerciais e publicações que discutam o combate as causas dessas imprudências no esporte, a fim de solidificar o raciocínio social contra a violência.