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    A datar da Idade Média, a violência era associada à poder, por essa razão os gladiadores eram extremamente brutais e isso se justificava pelos valores culturais. Todavia, o tempo passou e, atualmente, os direitos humanos preveem a segurança e o bem-estar social. Entretanto, esses direitos, quando analisa-se o cenário de violência no esporte brasileiro, só existem na teoria. Diante desse quadro, evidencia-se a importância da verificação  de suas causas e consequências, além de possíveis intervenções.
          Em primeiro plano, deve-se ressaltar que o fanatismo por determinado clube começa em casa, quando os pais incentivam seus filhos a torcerem pelo "time da família" trazendo um sentimento de supervalorização. Mediante a isso, o indivíduo cresce acreditando que a equipe adversária é uma espécie de inimigo. Por conseguinte, inúmeros crimes, no que tange a violência nos estádios e arredores, são cometidos.
          Ademais, é evidente que o desconhecimento acerca de pensamentos contrários influi em comportamentos inadequados. Segundo o filósofo Sócrates, os erros são consequências da ignorância humana. Logo, faz-se necessário a compreensão de que ganhar ou perder não implica ações agressivas, o indispensável é acontecerem competições saudáveis.
          Em suma, é imprescindível a mudança de comportamento da parcela significante da população que usa da ferocidade para se impor diante dos outros grupos. Em virtude disso, cabe ao Estado fazer valer as leis, de forma severa e eficaz, afim de punir os agressores. Além disso, é indispensável deixar de lado as guerras e intrigas para viver o verdadeiro espírito esportivo. Portanto, recai sobre as famílias a responsabilidade de ensinar os filhos, desde crianças, que os diferentes times são adversários e não inimigos. À vista disso, espera-se reduzir o número de casos de agressão no esporte brasileiro, que atualmente lidera o ranking de violência no mundo esportivo, segundo o site G1.