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    Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos direito à segurança e ao bem-estar social. No entanto, a incidência de violência no esporte brasileiro impede que parte da população mundial desfrute desse direito universal em sua plenitude. Nesse contexto, não há dúvidas de que esse é um problema a ser enfrentado pelo Brasil; o qual ocorre, infelizmente, por várias razões e gera grandes prejuízos. 
      A priori, cabe salientar que é de conhecimento geral que, ao longo dos anos, o esporte brasileiro ganhou repercussão mundial, atraindo assim diversos tipos de pessoas, incluindo as mais violentas. Segundo levantamentos do site R7, entre 1988 e 2014, morreram pelo menos 101 pessoas, vítimas da violência esportiva. Entre os principais impulsionadores do problema estão: a falta de respeito e a má fiscalização policial dentro do estádio. 
     Outrossim, é preciso ressaltar que essa cultura de violência é reflexo da realidade brasileira de desordem pública, social, econômica e política. Sem dúvida, um dos grandes fatores desse descaso é fruto de uma educação deficitária, em que as escolas ignoram matérias de grande importância, as quais teriam a eficácia de ensinar e debater o esporte, como instrumento educativo, de inclusão, formação e cidadania, capaz de proporcionar uma cultura de paz. 
     Portanto, medidas são necessárias para resolver o problema em questão. O Ministério de Segurança pode tornar a segurança mais rigorosa nos estádios, através de uma maior fiscalização, com o uso de câmeras de vigilância, funcionários que fiquem fazendo rondas pelo estádio para se certificarem de que não há nenhum objeto perigoso no local e policiais espalhados dentro e fora do local para revistar tanto os espectadores do jogo, como os próprios jogadores. Espera-se, com isso, a diminuição da violência esportiva no Brasil.