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    Nas últimas décadas, no Brasil, não tem sido raro os casos de violência no esporte. Uma pesquisa divulgada pelo portal de notícias G1 comprovou que a cada ano o número de brigas entre torcidas aumenta significamente, fator que evidencia a negligência social e governamental em proteger os cidadãos. Com efeito, é de extrema importância a adoção de medidas para sanar tal problemática.
          Primeiramente, cabe pontuar a presença de uma cultura que impulsiona a violência no esporte. Segundo o liberalista Jonh Locke, o homem age de acordo com as experiências vividas no meio social. Sob esse viés, nota-se que, desde cedo, crianças são influenciadas a adotarem um extremo favoritismo desportivo, o que gera  estigmas que classificam torcidas adversárias como inimigas. Em consequência disso, agressões imperativas constituem o ambiente que deveria socializar, problema que deve ser sanado com ações efetivas de educação. 
           Ademais, de acordo com o filósofo Thomas Hobbes,o Estado possui a obrigação de proteger os indivíduos. No entanto, na nação brasileira não existem projetos de segurança específicos que garantam o bem-estar dos torcedores, visto que as punições são, quase sempre, incompatíveis com a gravidade do ato, o que fomenta a continuidade de crimes. Desse modo, é inadmissível que o país continue ignorando os impasses que contribuem para a rivalidade errônea do povo.  
           Portanto, para desintegrar o impasse vigente, o Ministério do Esporte, em parceria com escolas, deve, por meio de aulas de sociologia e eventos esportivos de integração, conscientizar a população acerca do respeito  às diferenças no esporte, gerando coletivismo ético entre as pessoas. Além disso, é dever do Estado garantir a segurança dos cidadãos, mediante policiamento intensivo e leis exclusivas que punam crimes ocorrentes no ambiente desportista. Somente assim, será possível instituir ações empíricas que instruam os indivíduos a agirem moralmente.