Causas e consequências da violência no esporte brasileiro

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    No contexto histórico da humanidade, esporte sempre foi vinculado ao lazer dos indivíduos, na Idade Média, por exemplo, ocorria a Luta de Gladiadores, no qual superlotava os coliseus, mas essa prática incluía extrema violência, porém ainda assim era legitimada por seus espectadores. Nesse sentido, após a criação dos Direitos Humanos houve o fim dessas condutas, no entanto, ainda ocorrem outras formas de violência no âmbito esportivo, por isso se faz necessário analisar a influência do processo de socialização dos indivíduos na esfera do sentimentalismo exacerbado e as consequências da brutalidade nos meios de lazer da sociedade.
        Em primeiro lugar, é importante destacar que, a violência no esporte diferente da Idade Média, pois é advinda dos próprios espectadores, visto que, criam o sentimentalismo exacerbado pelas modalidades esportivas e não aceitam opiniões adversas. Nesse sentido, nota-se a influência do processo de socialização, isto é, a transmissão de valores culturas aos indivíduos, tendo como um dos seus agentes a família. Com isso, as pessoas são induzidas por seus familiares, por exemplo, a ter adoração a um time e defendo-o de todas as críticas já que é algo importante na esfera familiar, com isso ocorre à ascensão da violência, pois esse fanatismo propicia o individualismo, que consequentemente, como o ativista Mantin Luther King já evidenciou que, nada é no mundo é mais perigoso que a ignorância.
         Por conseguinte, presenciam-se as inúmeras consequências advindas da violência no esporte, que atingem todos na sociedade, diretamente e indiretamente. No primeiro aspecto, ocorre a morte de muitas pessoas nos comitês esportivos, como exemplo, no futebol, que segundo o levantamento do Jornal R7, até 2018, apenas fora dos estádios já se tiveram 82 óbitos. Além disso, com o aumento de tais acontecimentos, gera-se a autoprivação dos meios de lazer, visto que, ocorre o medo dos atos violentos. Por consequência disso, as pessoas deixam de gozar do seu direito garantido pela Constituição de 1988 que é o direito de ir e de vir e de gozar dos prazeres de lazer.
    
         Infere-se, portanto, que o Estado e as famílias tomem providências para amenizar o quadro atual. Em razão disso, se faz necessário para a conscientização da importância da união e coletividade o Ministério da Educação crie, por meio de verbas governamentais e doadas pelas organizadoras do esporte brasileiro, campanhas publicitárias nos meio de comunicação, com intuito da mitigação das brigas por opiniões contrárias. Além disso, buscando o mesmo objetivo, as famílias necessitam modificar o modo de influenciar os jovens na esfera no âmbito de torcer, com objetivo de diminuir o sentimentalismo excessivo as modalidades esportivas. Dessa forma, será possível promover competições pacíficas e melhorar cada dia mais as formas de lazer dos indivíduos.