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    O Brasil, desde a sua independência, é marcado por problemas sociais. Logo, as causas e consequências da violência no esporte brasileiro é uma pauta que precisa ser discutida utilizando-se dois caminhos, são eles: a educação e a real aplicação das leis. Por isso, precisa-se de novas condutas éticas, sociais e políticas para defesa da democracia e cidadania.
        Vale ressaltar que o artigo 229 da Constituição Federal diz que os pais devem educar, assistir e criar seus filhos. Dessa maneira, as leis em consonância com a educação é a principal ferramenta para acabar com os vandalismos, agressões e furtos nos estádios de futebol, que tem se tornado alvo de grupos criminosos por reunir diferentes classes sociais. O filósofo Platão mencionou o ensinamento da obediência dos filhos a seus pais. É notável que o indivíduo que recebe educação familiar sabe como manifestar-se em um estádio de forma harmônica com a sociedade.
        Ademais, é preciso de leis as quais punem atitudes erradas, sejam mais eficazes em sua aplicação. Sendo assim, com a real execução da legislação contra infratores que propagam a violência nos esportes, sejam punidos, pois em arenas de futebol os índices de homicídios por torcedores tem aumentado muitos nos últimos anos. O sociólogo Émile Durkheim determinou que o Governo, a Escola e a família formam a coesão da sociedade. É notório que a união desse três núcleos fortalece a educação e a segurança dos cidadão  no convívio social.
        Infere-se, portanto, que utilizando-se a educação e a real aplicação das leis é possível combater as causas e consequências da violência no esporte brasileiro. A fim de executar tal medida cabe às Escolas elaborarem projetos sociais envolvendo comunidade e alunos _ informá-los que devemos saber ganhar ou perder, e nunca levar palavras ditas entre torcedores para o lado pessoal. Outrossim, cabe ao Poder Executivo mudar o Código Penal com leis mais severas _ punir os criminosos que vão aos estádios  para saquear torcedores e propagar violência entre inocentes. Assim, o povo sentir-se-á apto a exercer sua democracia e sua cidadania.