Causas e consequências da violência no esporte brasileiro

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    Em Olímpia, na Grécia Antiga, os Jogos Olímpicos eram festivais de caráter religiosos e esportivos dos gregos. Analogamente, no Brasil contemporâneo, o que deveria ser um instrumento de lazer e diversão, está se tornando um meio de declínio social, fato causado pela falta de segurança brasileira e por uma cultura equívoca.
          A priori, é necessário analisar o fato de que as ações de um povo é o reflexo do que sua cultura os ensina. Um exemplo disso, são os japoneses que na Copa do Mundo de 2014 e 2018 recolheram o lixo das arquibancadas do estádio, mesmo após perderem o jogo. Esse mesmo povo, segundo a revista Veja, possui torcidas muito organizadas, mas nunca violentas. Isso se deve ao fato do Japão ser um dos países mais organizados e que mais investem em educação no mundo. Congruente a isso, o que faz com que o Brasil seja o país recordista em mortes no futebol, é a cultura que não prioriza o respeito às opiniões contrárias.
    
          Segundo o UOL, Universo Online, em 2013 houve 30 mortes no país relacionadas à brigas de torcidas. Muitas vezes, tal acontecimento é causado pela segurança - que deveria ser proporcionada pela Polícia Militar - mas é frágil e debilitada. Vale-se lembrar que essa violência nem sempre é praticada por torcedores, mas também por jogadores. Como quando o jogador Neymar agrediu um torcedor na Copa da França em 2019.
          Destarte, para que haja uma relação harmônica nos estádios durante os jogos, o Governo Federal deve, por meio de palestras e meio televisivo, conscientizar as pessoas da importância do respeito às opiniões contrárias, visando o fim do ódio entre as torcidas organizadas. Além disso, o Ministério do Esporte deve melhorar a segurança nos estádios, por meio da contratação de empresas privadas, haja vista a ordem no esporte para que ele se torne instrumento de lazer e diversão, como um dia foi em Olímpia.