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    É indubitável que a violência cresce cada dia mais no Brasil. A insegurança e o medo da população chegou nos locais que, até então, deveriam ser de lazer, os campos de futebol são prova disso. Furtos, xingamentos, arrastões e até mesmo assassinatos acontecem demasiadamente durante os jogos. O mecanismo, as multidões e outros fatores acabam contribuindo para o acontecimento desses ataques, que precisam cessar.
       Em primeiro lugar, Émile Durkheim relaciona a presença de grande massas, multidões à coerção social, na qual, indivíduos são influenciados e agem dissimuladamente mesmo contra a sua vontade, pois acabam "indo na onda". Ademais, o sociólogo também pontua  a pessoa que não  consegue perceber a coerção social sobre ela, esta recebe o nome de alienada. Logo, essa situação gera a quebra de ordem da sociedade e pode acabar em resultados trágicos para muitos torcedores que se envolvem em brigas.
       Por conseguinte, as arenas acabam se tornando lugares perigosos e associados a acontecimentos de brutalidade e agressividade. Segundo a Revista El Pais Brasil, em 2017, foram registrados 104 episódios violentos e 11 mortes envolvendo torcedores de times em  jogos. Isto reflete a falta de resguardo dos clubes de futebol, além da tirania de seus torcedores.
       Dado o exposto, os clubes de futebol devem aumentar a seguridade das arenas por meio de investimentos, por exemplo no aumento do número de seguranças, para que assim os torcedores possam aproveitar os jogos sem preocupações.