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    Na última década, o "País do futebol", trocou o espírito amistoso existente no gramado, pela violência comumente noticiada, após partidas de futebol. Tal comportamento agressivo pela defesa da "camisa" do time, perpassa os limites éticos e de respeito, tornando-se relevante a reflexão sobre suas causas e consequências.
    A Bíblia, no livro de São Marcos capítulo 24, fala sobre tempos onde o amor se esfriaria, dando lugar a falta de empatia e falta de respeito ao próximo, hoje, pode ser observado esse 'tempo', expresso nas atitudes fanáticas, que podem ser comparadas a de grupos religiosos extremistas do Oriente Médio, que matam em defesa de sua religião, diferindo apenas na motivação, daqueles que praticam vandalismo no meio esportivo.
    Como consequências de tais ações que beiram a insanidade, é claro o crescente número de mortes, agressões, hospitalizados, danos ao patrimônio público, entre outras ações de vandalismo, após jogos de futebol, sobretudo os chamados "Clássicos", que costumam agregar torcedores que dantes faziam parte das extintas torcidas organizadas.
    O trabalho de conscientização do torcedor, deve ser constante e impactante, devendo ter campanhas financiadas pelos clubes de futebol, que promovam através das redes sociais, rede televisiva e folhetos durante os jogos, mensagens de incentivos a paz no gramado, usando jogadores de futebol influentes como Pelé, Ronaldo "o fenômeno", Ronaldinho Gaúcho e Neymar, reiterando não apenas mensagens apaziguadoras, mas mostrando os benefícios de uma partida baseada no respeito ao próximo desenvolvido pelos torcedores.