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    Promulgada pela ONU em 1948 a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à propriedade e bem estar social. Conquanto, as causas e consequências da violência no esporte brasileiro impossibilita que uma parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
      Em primeira análise, o filosófo Sêneca afirma que a educação exige maiores cuidados, pois flui sobre a vida toda. Nesse sentido, ocupando a nona posição na econômia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidadeé justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos conflitos sociais. Sob esse viés, o número de violência entre torcedores dos times de futebol nas arquibancadas brasileiras após os jogos é signicante, pois vem ocupando ocupando destaque nos notíciarios há muito tempo. Levantamento feito pelo Jornal R7, mostra que já houve 65 mortes por tiro, e o Brasil foi recordista em 2013 por mortes relacionadas a futebol.
       Faz-se mister, ainda, salientar, a falta de fiscalização como impulsionador do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, o sociologo polonês, " A falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da modernidade líquida" vivido no seculo XXI. Diante de tal contexto, o Governo Estadual e Municípal permanecem invisíveis na maior parte do tempo no que tange às fiscalizações da segurança.
       Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Nesse sentido, urgeque o Estado, por meio de envio de recursos ao Ministério de Educação, promova palestras educativas contra a violência nas escolas, investir em mais segurança nos estadios e policiais nas ruas. Dessa forma o Brasil poderá superar a violência.