Causas e consequências da violência no esporte brasileiro

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    "Eduquem as crianças e não será necessário punir os homens." Essa célebre citação proferida pelo filósofo Pitágoras faz alusão aos altos índices de violência, na esfera esportiva, no Brasil. Tal realidade transfigura um cenário caótico,  uma vez que transmuta a primitividade e reificação humana. Dessa forma, torna-se fulcral analisar a efervescência nos estágios e a empedernização do homem. 
       De início, é indispensável pautar a competitividade exacerbada como fator contribuinte para agressão e desvínculo com o espírito esportivo. Prova disso é o pensamento Gandhiano, o qual preconiza a prática de ações, de cunho agressivo, como medidas ineficazes e condicionadas à auto-propagação. Sendo assim, o medo de frequentar campos de jogos torna-se evidente. 
      Ademais, mortes sucessivas e brutalidade como imposição de poder, integram um estágio degradante e fluido, convergente ao pensamento Baumeriano, uma vez que denota uma derrota de todos para com todos. Prova disso, é o pensamento do historiador Leandro Karnal, o qual destaca a apatia humana diante do caos, visto que este é transpassado como normalidade na atual conjuntura. Sendo assim, a desumanização do homem torna-se um fato.
      Infere-se, portanto, a permutação da perspectiva presente diante de demonstrações de ódio e repulsão racional. Assim, urge ao Estado, através de políticas públicas, a consolidação da segurança de maneira efetiva, com o fito de reduzir tal calamidade. Além disso, cabe à imprensa socialmente engajada, o estímulo à reflexão, por intermédio de processos conscientizais, a fim de obter prosperidade esportiva. Desse modo, a situação acerca da problemática, reverter-se-á.