Cibercondria: a doença da era digital

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    Ao advento da revolução técnico-informacional, impulsionada a partir do fim da guerra fria, busca-se cada vez mais respostas através da internet. Porém, quando utilizada, tal ferramenta proporciona uma relação de confiança, entre os usuários. Sendo assim, criou-se uma sociedade que segue preceitos encontrados na rede, muitas vezes impulsionando a automedicação.
        Em primeira lugar, é notável que ao advento da modernidade, cada vez mais, busque agilizar as relações. Sendo assim, é perceptível, que as pessoas buscam formas rápidas de fazer tarefas comuns,  assim, tornou-se cada vez mais irrelevante ir às consultas. Segundo Zigmunt Bauman(filosofo), em "A Modernidade Liquida", definiu que à partir da contemporaneidade, as pessoas não possuem tempo para realizar funções, conduzindo-as com rapidez. Em essência, com o advento do tempo moderno, a consulta na internet, é mais viável à uma presencial. 
     É notável que, cada vez mais, as pessoas tendem a seguir recomendações da internet. Sendo assim, criando uma sociedade que sigam receitas muitas vezes inconsistentes. Visto que, através da medicação sem receita, pode adquirir problemas sérios, criando uma relação de dependência. Segundo Instituto de Pós-Graduação para Profissionais do Mercado Farmacêutico(ICTQ), cerca de 80% das pessoas acima de 16 anos praticam a automedicação. É portanto inadmissível, que o estado permita tal relação de fluxos de informações de medicamentos.
        Em suma, é notória a importância de tratar sobre a automedicação. É importante a criação de uma lei que vise proteger os usuários, proibindo a circulação de instruções para a medicação, sem receitas médicas, afim de deixe de impulsionar tais costumes. Por intermédio do Ministério da Saúde em parceria com a Policia Federal, podem contemplar com a criação do "Wmed", contemplando com um site oficial que denuncie sites que trazem informações equivocadas, com o proposito de diminuir a medicação de maneira errada.