Cibercondria: a doença da era digital

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    Cibercondria é uma doença onde as pessoas procuram soluções de qualquer sintoma que sentem na Internet e tiram conclusões precipitadas sobre qual doença elas realmente tem. Parecido com automedicação, esta patologia é um problema, porque o que elas sentem pode não significar que tem a tal afecção que encontraram, tratando de maneira errada, podendo ser letal ou muito caro, depende do quanto a pessoa acreditar.
          Primeiramente, a Internet não é sempre a maior verdade pois existem sites não confiáveis que enganam facilmente alguém que está necessitado de ajuda. Por exemplo, uma dor de cabeça pode ser tanto uma enxaqueca quanto um câncer, isso em um hospital é fácil de se diferenciar, mas no Google podem ser a mesma coisa. Por isso consultar um médico é sempre a melhor opção, algo que está doença faz com que não pareça necessário.
          Verifica-se também que quem está por trás dos tratamentos podem usar os doentes para ganhar dinheiro, cobrando altos preços e não garantindo que os métodos prejudiquem ainda mais os sintomas da doença incerta. Como o caso contado pelo programa da Rede Globo, Fantástico, onde uma clínica marcava consultas pela Internet sobre tratamento de câncer que resultaria em uma possível cura, a qual foi desmascarada pela fralde de a terapia não passar de placebo, um remédio que trata os pacientes psicologicamente.
          Este novo termo derivado de hipocondria, portanto, é um problema e precisa ser solucionado. O Ministério da Saúde deve criar campanhas sobre Cibercondria, por meio de propagandas na televisão e, principalmente, a Internet, alertando a população de como não ter certeza e tentar se automedicar ou tratar de uma doença pode fazer mal ao organismo. Além disso, o Ministério da Justiça deve aprimorar suas leis cibernéticas por meio de uma melhor fiscalização de sites com falsos tratamentos caros, para que não haja quem distribuir informações para os doentes dessa nova afecção do século XXI.