Enviada em: 21/07/2017

Em relação á obrigatoriedade da vacinação, é possível afirmar que o assunto não é um problema atual no Brasil. Desde a revolta da vacina quando ocorreu uma campanha de vacinação obrigatória no Rio de Janeiro que gerou conflitos o impasse persiste e um dos principais motivos é a falta de informação. Pôde-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas  brasileiras dificultam essa questão de ser resolvida.  O ato de introduzir nos seres vivos agentes patogênicos em estado não ativo é um procedimento relevante para a prevenção de doenças virais e bacterianas. Esse método estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra doenças infecciosas, protegendo o indivíduo  de enfermidades. Entretanto, essa prática devido a falta de instrução e conhecimento em algumas regiões é irrelevante, isto é, não é efetuada por razões  religiosas ou até mesmo por princípios.  Embora, haja impasses a realização de campanhas de vacinação é imprescindível para a manutenção da saúde pública no Brasil, pois garante uma melhor qualidade de vida aos habitantes destes. A falta de saneamento básico em algumas localidades brasileiras também contribuem para a proliferação de doenças e de contaminação, inclusive em pessoas que são anti-vacinação, ou seja, que são contra ao método de imunização por meio de vacinas. Conforme Platão: "O importante não é viver, mas viver bem". Nessa perspectiva, é possível reconhecer que a qualidade de vida é tão importante quanto a própria, principalmente em relação a saúde.   Torna-se evidente, portanto, que a vacinação deve ser obrigatória para aquelas doenças de maior chance de contaminação. O poder público deve investir em campanhas informativas transmitidas por rádio e televisão que respondam as dúvidas mais frequentes da população e mostrem os benefícios que essa prática preventiva garante. O Estado de cada região em conjunto com o serviço de água e esgoto devem solucionar a falta de saneamento básico existentes nas cidades. Para que, assim, os brasileiros possam usufruir de melhores condições de vida e de saúde pública.