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    Na industrialização brasileira, entre XIX e XX, ocorreu êxodo rural e aumento da vinda de imigrantes, causando o crescimento desordenado dos centros urbanos. Cabe ressaltar que ao longo das décadas, tal problemática se agravou surgindo assim construções irregulares. Hodiernamente, a sociedade ainda sofre com tais reflexos, seja pela desigualdade social, seja por lentas políticas públicas. 
     Em primeiro lugar, percebe-se que o desequilíbrio existente na sociedade esteja entre as causas do problema. Visto que, a educação grande aliado para romper com as disparidades sociais existentes é precária. E a maioria da população, sobretudo a de baixa renda não ocupa melhores posições empregatícias, com isso muitos dependem quase unicamente de assistência do Governo. 
     Outrossim, destaca-se os lentos auxílios como impulsionador da carência habitacional. De acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na comunidade. 
    Dessa forma, é possível perceber que, no Brasil a falta de melhorias de infraestrutura e qualidade de vida piora a situação. 
     Diante do exposto, pode – se perceber que o déficit habitacional esta vinculado com a falta de planos governamentais eficazes. Logo, é necessário que o Governo Federal destine mais investimentos para área de educação e faça parcerias com instituições que oferecem cursos profissionalizantes, com o objetivo de capacitar a população de baixa escolaridade. Ademais, cabe ao Governo Estadual e Municipal efetivar de maneira mais plena melhorias de condições habitacionais. E dessa forma, haja um declínio do déficit habitacional.
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