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    As habitações precárias
    
    O êxodo rural do Brasil, que aconteceu no século XX, provocado pela substituição contínua de maquinas nos trabalhos rurais, estimulou a vinda de moradores campestres para as cidades. O frenético crescimento nas cidades causaram más moradias, o que ocasionou o déficit de habitação hodierno do Brasil. 
    Habitações inadequadas, em risco (de desmoronamento, por exemplo) ou que não recebem saneamento, esgoto, entre outras coisas básicas, constroem esse déficit habitacional. Esse é calculado pelo número de famílias que vivem em condições precárias. A favela, moradia precária e perigosa, que há em abundância no país, exclusivamente em cidades grandes, é um exemplo do imbróglio supracitado. 
    Além disso, casas com número excessivo de pessoas é também um problema, pois na maioria dos casos encontra-se uma família inteira dividindo poucos cômodos, por onde vivem exprimidos e dividindo uma pequena área.
    Portanto, é indubitável medidas para transformar esse déficit, pois conforme a Constituição de 1988, no artigo 6º, todos os cidadãos tem direitos, que incluem uma moradia decente e digna. Por conseguinte, ONGs, como o TETO Brasil, com ajuda de voluntários e doações deveriam desenvolver projetos sociais para o auxílio de casas pobres. Juntamente, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão deveriam promover programas como o Minha Casa Minha Vida que auxiliam os moradores pobres.