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    O autor Aluísio de Azevedo retratou em seu livro "O Cortiço" o início das moradias de uma população carente. Atualmente, as grandes favelas representam esta mesma sociedade. As instalações inadequadas no Brasil, ocultam diversos problemas sociais. 
    O poder aquisitivo dos domicílios brasileiros está diretamente relacionado a residências inadequadas. As precárias condições financeiras não permitem, em muitos casos, adquirir um imóvel em um ambiente urbanizado e assistido pelo desenvolvimento. Portanto, a única solução encontrada é instalar-se em locais de risco, com pouco espaço e muitos empecilhos. Pequenos barracos em comunidades, escondem dentro de suas portas o desemprego, o analfabetismo e o descaso humanitário. 
    Exemplos de negligência com esta parcela da sociedade estão por toda a parte. Como a falta de disponibilidade de água potável e o escasso tratamento de esgoto, os quais afetam os recursos básicos de higiene e culminam em piores condições de habitação. Além de conviverem com a ausência de segurança, educação, saúde, transporte e lazer.
    Por conta deste fatores, faz-se necessário mudanças nos lares brasileiro. Um conjunto de ações devem ser executadas, paralelamente, afim de sanarem diversos pontos falhos das habitações brasileiras. Primeiramente, a população precisa ter oportunidades de trabalho. O governo municipal deve providenciar água, luz e esgoto para os quais não morem em situação de risco. A defesa civil deve fazer uma relação das famílias que precisarão serem realocadas, e o governo federal disponibilizar verbas para a construção de casas populares que supram as necessidades básicas de uma família.