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    Desde a antiguidade a ambição já se estava presente no interior do homem. No período que se refere à Revolução Industrial, a ganância sem medida dos donos de indústrias fez com que pouco a pouco a natureza sentisse os efeitos do descaso com o meio ambiente e da tamanha poluição. Hodiernamente, a situação chegou a um nível tão absurdo que calcular se os danos causados podem ser reversíveis é até complicado e um tanto impossível. Assim, torna-se fulcral analisar os fatores que propiciam essa situação e as medidas que devem ser tomadas a fim de atenuá-la. 
          A priori, é perceptível a urgência com a qual a natureza clama por ajuda. Nos últimos anos, tem-se observado o crescimento de desastres não só de causas naturais como por causas antrópicas. Sabe-se que a ação humana tem grande influência sobre esses ocorridos, a ponto de causar verdadeiros desastres e a morte de dezenas de espécies, como no caso de Brumadinho e Mariana no Brasil, devido a quantidade de toxidade presente nos rejeitos de minérios que foram liberados,ao qual, por incrível que pareça, as empresas causadoras desses desastres seguem impunes e continuam a lucrar sobre algo que está a ajudar a destruir cada vez mais. Como consequência disso, ecossistemas inteiros vêm a serem destruídos, além de prejudicar a saúde de habitantes que residem sobre as áreas afetadas, a acarretar para os próprios inúmeras enfermidades. 
          Outrossim, outro aspecto com o qual já é motivo de preocupação a bastante tempo, é em relação aos efeitos da poluição e suas consequências para as gerações futuras. Aparentemente a ideia do período científico de que a natureza estava posta às mãos do homem, infelizmente teve as suas consequências. Segundo as últimas notícias referentes à situação ambiental, evidencia-se que cada vez mais a situação é preocupante, a ponto de ter agravado ainda mais os problemas com o efeito estufa e o buraco na camada de ozônio, a fazer com que o planeta dê seus alarmes de socorro. Como prova disso, está a ocorrer o seu superaquecimento e o derretimento das calotas polares, decorrentes da falta de conscientização ambiental de muitos, principalmente vinda de grandes empreendimentos. 
          Destarte, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. Logo, cabe ao Estado junto com o Ministério do Meio Ambiente criar leis mais rígidas contra os descasos ambientais, que tenham como pressuposto a aplicação de multas em ações infratoras ou até mesmo o fechamento do empreendimento, em casos extremos. Dessa forma, poder-se-á amenizar os possíveis impactos gerados pelas indústrias ao meio ambiente e propiciar um planeta melhor para as gerações futuras, pois assim como afirmava Sêneca: "Para a ganância, toda a natureza é insuficiente".