Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais

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    Segundo a terceira lei elaborada por Isaac Newton, importante físico inglês, toda ação gera uma reação, de igual intensidade e sentido oposto. Os recentes desastres ocorridos em Mariana e Brumadinho comprovam esse princípio, visto que, os crimes ambientais resultaram em grandes consequências para a fauna e flora brasileira. Cenários catastróficos como os observados nas cidades de Minas Gerais evidenciam que algo deve ser feito para reverter essa situação.
     Em primeira análise, deve-se observar que a fiscalização para o funcionamento dos estabelecimentos é ineficiente. Segundo dados do Minitério Público de Minas Gerais, as barragens da Vale estavam em estado de atenção, mas esse aviso foi ignorado pela empresa, que não se preocupou com a segurança de seus empreendimentos. Tal cenário desctaca que o descaso das altoridades terminou com a morte de mais de 200 pessoas, além de danos hídricos e a biodiversidade local.
     Ademais, o desejo pelo poder é outro fator preponderante. No intúito de possuír cada vez mais dinheiro e propriendades, algumas vezes, pequenos detalhes como o perigo de um rompimento acabam sendo deixados de lado. Assim, como em diversas vezes na história da humanidade, a ganância do homem fez sofrer, mais uma vez, aqueles que simplesmente queriam uma vida melhor e mais digna.
     Torna-se claro, portanto, que o descaso com o meio ambiente foi o estopim para o acontecimento de desastres. Nesse sentido, cabe a ONU promover fiscalização maior em áreas de exploração ambiental, por meio de universitários de eng. florestal e abiental, visando o aprimoramento de técnicas de preservação desde a faculdade. Outrossim, cada cidadão deve reavaliar princípios de desejo e de poder, para que se tenha mais consciência a respeito de cada ato. Talvez assim, o Brasil saia da terceira para a primeira lei da Newton, onde a interação entre homem e natureza permaneça em harmonia, sem que uma força contrária haja sobre ela.