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    No limiar do século XVIII, durante a Revolução Industrial, o processo de degradação da natureza se intensificou, pois proporcionou ao homem possibilidades mais amplas de exploração do meio ambiente. Nesse sentido, no século XXI, no Brasil, o rompimento da barragem de Brumadinho deixa um legado ambiental e econômico, visto que, infelizmente, gerou um grande impacto ao ecossistema.
       A priori, é fundamental analisar que a biodiversidade do meio foi totalmente atingida. Por esse ângulo, conforme o jornal O Globo, dano ambiental em Brumadinho afeta centenas de espécies. Portanto, é lamentável, que devido à negligência da mineradora responsável, a natureza tenha cicatrizes irreversíveis.
        A posteriori, infere-se que este desastre é estarrecedor e revela o descaso de políticos e empresas com o ambiente. Nessa perspectiva, segundo o poema Triste Horizonte, do mineiro Carlos Drummond de Andrade, "Esta terra tem dono. Não mais a natureza o governa". Dessarte, o verso de Drummond, reflete que persistente a omissão dos órgãos responsáveis e sua ambição em retirar da natureza mais que a necessidade para sobrevivência, deploravelmente, a destrói.        
      Em vista dos fatos elencados, é necessário a resolução dessa problemática. Destarte, o Poder Legislativo deve criar leis que puna crimes contra o meio ambiente, por meio de investimentos em delegacias que investiguem tais fatos, como fiscalizações na segurança de barragens, na finalidade de anular qualquer tipo de impunidade contra empresas que ameacem a fauna e a flora. Desse modo, que não suceda novamente o ocorrido na Revolução Industrial.