Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais

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    Segundo o escritor Vitor Hugo, "É triste saber que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve". Nesse sentido, os desastres ambientais que ocorreram no Brasil, provam a falta de atenção que ocorre com a natureza no país; Mariana e Brumadinho foram considerados crime ambiental, e devem servir de exemplo para que não haja reincidência de desastres semelhantes no país.
          De acordo com o filósofo Aristóteles, "A natureza não faz nada em vão". Nos anos 2000 houve um grande crescimento na exploração de ferro no Brasil. As principais áreas de busca foram em Minas Gerais por conta do quadrilátero ferrífero, que é a maior área de exploração do país. Entretanto, os rejeitos retirados do solo foram depositados com excesso em barragens, que consequentemente transbordaram. Um exemplo, é o caso de Mariana que ocorreu em 2015, e causou a morte de 19 pessoas. 
    
          No entanto, mesmo com a veracidade do caso, medidas não foram tomadas para vetar reincidências, mesmo com a existência da lei que caracteriza tais atos como crime ambiental. Por esse motivo, desastre semelhante ocorreu em Brumadinho no ano de 2019, e dizimou a população da cidade, sendo considerado o pior desastre ambiental da história do país. De fato, a natureza não faz nada em vão. 
    
        Portanto, medidas devem ser consideradas para que não ocorra reincidência nos casos de desastres ambientais. Cabe ao Governo dos Estados, juntamente com a empresa Vale, responsável pela extração de minérios, dar auxílio financeiro às vitimas dos desastres, para que não fiquem desamparadas. Além de cuidar para que os rejeitos não sejam depositados em excesso nas barragens, através de vistorias que devem ser realizadas por agentes do governo que irão avaliar os limites das barragens. Assim, será possível agir com coerência e dar ouvidos as necessidades da natureza, que exige ser respeitada.