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    De acordo com a legislação brasileira, é assegurado a proteção da fauna e da flora, ou seja, a preservação do meio ambiente para as próximas gerações. Entretanto, o desastre em Brumadinho revela que essa não é uma realidade no país. Nesse sentido, as principais consequências precisam ser analisadas. 
       Inicialmente, vale ressaltar a importância do equilíbrio ecológico, isso é, os desastres ambientais danificam toda a cadeia alimentar de um ecossistema. Segundo Paul Watson, cofundador do Greenpeace, inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. Sob tal ótica, o respeito humano pela natureza é imprescindível para a estabilidade ambiental do planeta Terra. 
       Porém, a legislação brasileira e os valores ambientais são contrariados com frequência. Um exemplo disso é o rompimento da barragem em Mariana- MG, no ano de 2015, que resultou em sequelas ambientais catastróficas, e também a reincidência em Brumadinho- MG em 2019. Assim, a soma das variáveis: falha de monitoramento fiscal e falta de leis ambientais rígidas resultaram nesses grandes crimes, que refletem negativamente em toda a sociedade, colocando em risco a vida dos trabalhadores das mineradoras e dos animais, e também causando impacto socioeconômico na região. 
       Fica evidente, portanto, a necessidade de medidas para resolver esse impasse. Dessa forma, cabe ao Estado, no papel do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) aumentar as fiscalizações nas mineradoras, por meio de controle semestral e também pelas aplicações das leis existentes. Ademais, o MEC (Ministério da Educação) deve integrar na grade curricular de biologia e sociologia maior carga horária sobre preservação ambiental, com palestras ministradas por especialistas, para que os futuros adultos lutem pelo direito das próximas gerações desfrutarem de um mundo saudável. Por conseguinte, observada a ação conjunta entre poder público e população, a Terra será amigável.