Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais

Envie sua redação para correção
    A preguiça que levou ao desastre 
    
    
        Depois de meses desde o desastre de Brumadinho, foi encontrados prova de que a mineradora Vale tinha ideia dos problemas graves de  suas barragens e que elas eram como bomba relógios que poderiam romper a qualquer momento a estrutura e os rejeitos destruiriam tudo que estivesse a sua frente.Mesmo com os avisos dos técnicos sobre o risco iminente de um rompimento, a empresa Vale não fez nada a respeito pois sabendo que gastaria altas quantias de dinheiro para reparar a barragem e que, muito provavelmente, teria problemas futuros com a barragem, porque ela já era considerada ultrapassada e seu uso foi sendo reduzido pelos países mais desenvolvidos que descobriram que esse método de armazenagem de rejeitos é muito prejudicial ao meio ambiente e que com o tempo seria necessário  reparos para o uso um pouco mais seguro mas mesmo assim seria mais viável construir outra barragem ou investir em pesquisas que indicassem um melhor jeito de armazenar os rejeitos e ajudar a preservar o meio ambiente.
           A Vale poderia ter seguido os exemplos dos outros países  e poderia ter investido dinheiro em pesquisa para assim minimizar o problema gerado pelas barragens e vendo por um lado mais econômico, faria mais sentido investir nas pesquisas pois o custo com a manutenção das barragens aumentaria com o tempo e os danos ambientais gerados poderiam acarretar em multas e processos, alem de diminuir o prestigio da impressa no mercado e afastar futuros investidores.Então no final de contas, o que adiantava manter o funcionamento das barragens que já estavam obsoletas?, e porque não investir em pesquisas para substituir as barragens?, o problema é que a impressa, por não ter nenhum concorrente a altura, por manter ainda excelentes lucros e pela já conhecida corrupção não queria abandonar as barragens porque sabia que não tinha nenhuma lei obrigando-a a agir perante o perigo iminente do desastre.