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    Grande Maldade, Pequena Punição
    
    
          O rompimento de uma barragem administrada pela mineradora Vale na cidade de Brumadinho se tornou uma notícia extremamente polêmica na época do desastre. Morreram aproximadamente 228 pessoas no evento trágico e a moradia de centenas de pessoas foram destruídas devido o vazamento da lama contaminada. O Brasil entrou em luto: uma grande desgraça havia acontecido.
    
         Logo após o acontecimento, surgiram muitas perguntas, como: de quem é a culpa? Como podemos exercer uma punição justa? Como podemos evitar futuros desastres similares? Como diminuir os danos causados pelo desastre? Infelizmente, a maioria dessas perguntas não foram respondidas de forma satisfatória, deixando apenas grande indignação por parte da população quanto ao ocorrido. Infelizmente, as autoridades responsáveis, devido burocracia e estagnação do executivo, não consegue investigar e punir com eficácia. Isso causa impunidade. Os responsáveis pelo problema, sejam eles quais foram, não estão sofrendo as consequências pelos seus atos de destruição. Infelizmente, o Brasil é muito atrasado no que se trata de preservação ambiental.
           Apesar do pouco progresso que a justiça brasileira fez em relação ao caso desde o ocorrido, podemos concluir algumas coisas importantes sobre o caso. Uma dessas coisas é a necessidade de punições rígidas contra as empresas que permitem tragédias como a de Brumadinho, devido displicência. Dentre essas punições poderiam haver prisões e grandes multas, gerando desestímulo em permitir futuras tragédias. Porém, punir é apenas o remédio: é necessário remediar o problema. É necessário que as empresas e entidades exerçam auditorias independentes nas regiões de exploração de recursos da natureza. Isso potencialmente evitaria diversas tragédias, como a de Brumadinho, a de Mariana, os vazamentos de petróleo no Rio de Janeiro, entre outros.