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    Em novembro de 2015, rompeu barragens na cidade de Mariana em Minas Gerais . No mesmo estado , igualmente ocorreu na cidade de Brumadinho, em janeiro de 2019. Duas grandes tragédias ambientais porém, uma delas aconteceu por displicência da empresa - Vale. Infelizmente essa reincidência de crimes ambientais traz grandes prejuízos para muitos brasileiros. 
             Quando houve o acontecimento em Mariana, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) foi movido para fiscalizar demais empresas minerados. O que ocorreu em Brumadinho em 2016 , nessa época a Barragem que se rompeu, havia sido marcada antes como “zona de atenção”. De certa maneira, a Vale continuou de forma irresponsável usando a barragem até chegar no que deu: centenas de desaparecidos, dezenas de mortos, animais soterrados , hectares de floresta destruídas, casas abaladas...segundo o site do G1.
              Apesar da Vale ter sido irresponsável, houve falha também na fiscalização, pelo fato da empresa ter continuado a trabalhar nas condições de riscos de rompimento. Se o trabalho estava sendo permitido, é por que não havia um órgão público no embargue, ou seja, o DNPM não voltou depois que havia analisado (anteriormente) para saber se a Vale estava sendo ilegal ou não. 
               Diante dos fatos citados, para que não venha ocorrer reincidência em crime ambientais, é preciso que o Ministério do Meio Ambiente seja mais incisivo em suas fiscalizações. Da maneira em que essas fiscalizações sejam monitoradas de perto quando se trata de zona de risco e embargar até a empresa tomar conta. Caso a empresa persiste no erro, o Governo deve aplicar multas e fechar a empresa temporariamente, até as questões serem resolvidas. Deste modo, é melhor prevenir do que tentar remediar um crime ambiental.