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    Tendo em vista o acidente de Brumadinho, onde uma barragem foi rompida por causa de uma péssima fiscalização que teve como consequência 316 desaparecidos e mortos, percebe-se que a falta ou a péssima fiscalização de barragens causa diversos problemas como a destruição de moradias e perda de biodiversidade.
      Em uma primeira análise, é evidente que a falta de fiscalização é muito preocupante. As regiões que sofreram com rompimentos de barragens estão inundadas e por isso estão desertas. Além dos casos que já aconteceram e causaram mortes, existem os casos também em que 1,1 mil de pessoas receberam pedido de retirada sem previsão de retorno devido a ameaças de rompimento de outras barragens. Contudo, mesmo com a ajuda do governo financeiramente, muitas famílias não conseguem uma boa qualidade de vida para viver em outro local.
      Outro aspecto a ser abordado é a perda de biodiversidade decorrente das inundações. O caso de Brumadinho inundou áreas significativas da Mata Atlântica e do Cerrado de Minas Gerais da Reserva da Biosfera da Unesco da Serra do Espinhaço. O lugar era considerado um refúgio de vida selvagem, onde vinha água para beber à homens e animais. Com a reincidência dos crimes ambientais, estamos expostos a uma perda significativa da biodiversidade, em apenas 4 anos já ocorreram dois rompimentos de barragens no Brasil, e assim, nota-se a perda de biodiversidade constante.
      Em virtude dos fatos mencionados, é necessário uma melhor fiscalização de barragens para que não existam impactos ambientais. O Ministério do Meio Ambiente juntamente cm os diretores das barragens devem melhorar sua fiscalização por meio de atitudes, como reformar as partes danificadas da estrutura das barragens e fazer uma vistoria todos os dias durante todo o comprimento da barragem, para que assim não ocorra mais rompimentos, perda de biodiversidade, mortes e falta de moradia para a população.