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    A cidade de Brumadinho (MG), enfrentou um grande desastre ambiental no dia 25 de janeiro de 2019. A barragem da mineradora Vale, rompeu-se provocando uma avalanche de lama, a qual destruiu a comunidade próxima e também deixou uma grande quantidade de pessoas e animais mortos.
       As causas do rompimento da barragem ainda são desconhecidas. Mas por outro lado, no momento do acidente as sirenes de alerta não foram tocadas, o que contribuiu para o grande numero de óbitos nessa tragédia. Além disso, o terrível mar de lama não causou apenas mortes de dezenas de pessoas sendo responsável também por inúmeros prejuízos financeiros. A mineradora teve despesas no total de R$6,4 (no primeiro trimestre), segundo informações do G1.
       Posteriormente, a  tragedia decorrente do vazamento de cerca de 8 bilhões de litro de lama sobre o município, destruiu casas, afetou plantações e zonas de criação de animais, como também provocou a poluição de um rio da região, o rio Paraopeba. O mesmo apresentou o PH totalmente fora dos padrões de consumo. Outrossim, o rio São Francisco tem uma grande possibilidade de ser contaminado com a lama tóxica. A coordenadora da Expedição Paraopeba, Malu Ribeiro afirmou que: "A chegada de rejeitos no rio São Francisco também é inevitável; pode demorar meses ou acontecer rapidamente em caso de chuva".
       Dessa forma, para evitar esses desastres ambientais é necessário que o presidente da Vale introduz uma fiscalização nesses locais. Outra alternativa é a instalação de sirenes para alarmes, com a finalidade de deixar as pessoas em alerta a qualquer problema e assim amenizar mortes e impactos ambientais.