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    Como resultado do avanço da medicina, a doação de órgãos é responsável por dar novas chances de vida aos enfermos e, de acordo com o Ministério de Saúde, em 2016, para cada de milhão de habitante, aproximadamente 14 pessoas tornaram-se doadoras. Apesar de ser o recorde nacional, o Brasil te m um percentual subaproveitado em razão da falta de informação da população e a escassez de centros especializados no procedimento. Por que isso ocorre?
    A falta de conhecimento a cerca da doação de órgãos faz com que o ideal de "mutilação" persista no imaginário da família e atrapalhe o processo, visto que, em casos de falência do indivíduo sem testamento, os parentes mais próximos detêm a decisão, além disto, deve-se frisar a fragilidade emocional destes em razão da perda, que dificulta ainda mais autorização.
    Na ocorrência da autorização para a retirada dos órgãos, é necessário a estrutura para a coleta e armazenamento destes, o que é um agravante no Brasil pela escassez de centros especializados, consequência do baixo investimento nesta área. Tal dado se confirma na má distribuição de esquipes especializadas, que estão concentradas na região sul e sudeste em razão da existência desta estrutura e desenvolvimento técnico, fazendo com que os órgãos dispostos a serem em outras regiões sejam inutilizados em razão do tempo de espera.
    Desse modo cabe ao Ministério da Saúde criar postos especializados para coleta desses órgãos, visando o louvor na cirurgia de retirada, além disto  requisitar verbas ao governo para a capacitação de médicos que dominem a técnica, afim de que estes estejam melhor distribuídos pelo país. Aliado a isto, a propagação de informação a cerca de todas as etapas do procedimento se faz indispensável, para tanto, é necessário que o Ministério da Educação promova campanhas midiáticas relatando a importância que tem doação para restaurar a saúde de doentes e que relatem , principalmente,  a criação do documento que preveja a doação.