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    Segundo a Física, o trabalho é diretamente proporcional à força aplica-da. Sob esse viés, é perceptível que, devido à cobiça humana e ao apego exacerbado da população aos órgãos, os pacientes em fila de transplante padecem. Tal fato deve-se ao esforço insuficiente do Poder Executivo, im-pedindo que seja garantido o trabalho resultante do Jusnaturalismo: o direito à vida.
         O líder do Movimento pela Independência da Índia, Mahatma Gandhi, proferia que há no mundo o que supra as necessidades humanas, não há para a cobiça. Consoante a ele, como herança do comércio de escravos, que recebiam valores exorbitantes, visando o lucro, o tráfico ilegal de órgãos impulsiona-se, hodiernamente, devido ao descomunal preço a eles conferido. Dessa forma, a ganância tem compelido pernambucanos, por exemplo, a comercializar partes humanas com africanos, em troca de valores colossais.
        Ademais, é notável que, assim como o sapateiro da obra "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, não se desfaz das ferramentas de trabalho no óbito, a população brasileira tem-se prendido aos órgãos utilizados em vida, mesmo em consciência de que estes estarão em desuso. Destarte, os cidadãos que carecem desses aparatos defrontam filam intermináveis do SUS (Sistema Único de Saúde). A título de exemplo, é importante destacar que, em 2017, 31 mil pessoas esperavam por transplante no Brasil. 
        Faz-se, pois, necessária a reestruturação, pelo Poder Executivo, dos aeroportos de alcance internacional, para expandir as vistorias de embarque, a ponto de que haja uma para buscar órgãos a serem comercializados no mercado negro. Para isso, é precisa a equipação deles com sensores de calor, visto que as partes de um organismo precisam de transporte a baixas temperaturas. Além disso, é necessário que o Ministério da Educação engendre a campanha "Educar para Salvar", que implantaria uma semana letiva com fim de conscientizar os jovens a doar seus órgãos a alguém que dar-los-á utilidade após seus óbitos.