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    A doação de órgãos é um ato de amor e soliedariedade, pois salva vidas. Entretanto, ainda há muitos obstáculos que impedem a doação de orgãos após a morte, dentre os quais se destacam a recusa familiar e a falta de infraestrutura neste setor da saúde. É necessário que medidas sejam tomadas para acabar com os dilemas que impedem a realização deste ato de caridade.
         Em primeira análise, há uma negação dos familiares em relação ao assunto, pois a doação de órgãos só pode ser realizada com o consentimento dos parentes do finado(a). Eles muitas vesez negam este procedimento por não saberem se o falecido(a) concordaria ou não com a doação de parte de seu corpo e, por consequencia, não há a consessão de órgãos para pessoas que necessitam deles para continuarem a viver.
         Em segunda análise, há uma falta de organização relacionada à doação de órgãos, pois alguns lugares não possuem o atentimento completo. De acordo com o site Coração Braziliense "a capital federal realiza apenas três modalidades de transplantes: coração, córneas e rins", e isso se deve, principalmente, pela falta de investimentos do Estado nesse âmbito, bem como a capacitação de médicos para realizarem outros tipos de transplantes. Essa situação prejudica a doação de órgãos, pois quanto menos forem as aplicações neste setor, menor será o número de dações.
          Diante disso, medidas devem ser tomadas, tais como: é importante que os familiares dialoguem entre si sobre o assunto, se posicionando e dizendo se querem ou não doar os seus órgãos caso precisem. É preciso também que o Estado invista em uma boa infraestrutura neste setor e na profissionalização de médicos especialistas em todos os tipos de transplante para que todo o território brasileiro tenha a sua disposição todos os serviços relacionados à doação de órgãos. Assim, com a resolução desta problemática não haverá mais dilemas para o ato de doar órgãos.