Dilemas da doação de órgãos

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    Evidência-se no Brasil o considerável número de pessoas em hospitais à espera de um órgão.Assim,a ineficiência da infraestrutura comprovam a necessidade da promoção de ações sociais,da mesma forma, a falta de informação das famílias causam essa problemática.
        Primeiramente,a falta de estrutura dos postos de saúde pública atrapalha a dação de órgãos.Segundo os pensamentos do sociólogo Émile Durkheim a normalidade e a coesão não são garantidos quando as instituições sociais não cumprem seus papéis,acontece devido ao reduzido investimento financeiro pelo Estado no ramo da saúde pública.Dessa maneira,a escassez de equipamentos dificulta o transporte de órgãos,tornando-o inadequado.Além disso,nenhum hospital de rede pública em regiões interioranos possuem aparelhos para a realização de exames complementares na autorização para a doação.
        Convém ressaltar,que essa problemática está distante de chegar a um desdobramento final.De acordo com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO),cerca de 34,5 mil pessoas estão na fila de espera para uma transplantação e quase metade das famílias dizem "não" a concessão de órgãos e tecidos.Deste modo,percebe -se que o assunto ainda é um tabu na sociedade,visto que, embora as doações cresceram nos últimos anos,até agora o número de recusas é grande,em virtude do pouco conhecimento no que tange essa temática.Logo,nota-se que a  cada  um indivíduo apto,consegue salvar cerca de 10 vidas.
         Portanto,é indispensável a adoção de medidas capazes de assegurar a diminuição do tabu na sociedade sobre este assunto.Posto isso,cabe ao Ministério da Justiça em parceria com o Estado,investir em campanhas midiáticas públicas,com o fito de mostrar para a população sobre a importancia da concessão de orgãos;ademais,promover palestras para os jovens ministradas por meio de defensores públicos acerca da conscientização sobre essa temática.De modo que os habitantes desenvolvam o conhecimento e ajude a salvar mais vidas na fila de espera.