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    A partir de 1964, com o acontecimento do primeiro transplante de órgãos no Brasil,teve como consequência diversos comentários receosos sobre o assunto.Na contemporaniedade,a realidade não é tão distante disso,visto que há um inúmeros desafios na doação de órgãos,além disso,há uma considerável taxa de pessoas em hospitais à espera de um órgão.
        Convém ressaltar que a falta de conhecimento e orientação da sociedade em geral,são propulsores dessa problématica.Em consoante com o documentário brasileiro ''Anjos da vida'',é relatado que milhares de famílias dos doadores não tem a devida orientação -psicológica e judicial- para a doação,o que fez com que inúmeros familiares ficarem frustrados,e até recusarem tal ato.Além disso,o documentário relata o valor do apoio da família para que aconteça a doação,o que frequentemente não acontece nos hospitais.Embora houveram um número elevado nas concessões nos últimos anos,até agora a taxa de rejeição é grande.
       Ademais,a precária infraestrutura nos posto de saúde também contribuem para que o número de doadores não aumente.É notável perceber que incontáveis famílias são impedidas de doar os órgãos de seus parentes falecidos pela falta de estrutura dos hospitais.Segundo os pensamentos do sociólogo Émile Durkheim,a normalidade e a coesão não são garantidos quando as instituições sociais não cumprem seus papéis.Isto acontece devido ao reduzido investimento financeiro pelo Estado no ramo da saúde pública,já que em regiões intereoranos há uma excasses de aparelhos para a realização de exames complementares para a autorização da doação.
             Portanto,é indispensável a adoção de medidas capazes de assegurar a diminuição do tabu na sociedade.Posto isto,cabe ao Estado em parceria com o governo,investir em campanhas midiáticas públicas,com o intuito de mostrar a população sobre a importância da concessão de orgãos.