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    A doação de órgãos é uma atitude imprescindível para a manutenção de milhares de vidas humanas. Dessa forma, a falta de informações sobre o assunto e a falta de preparo governamental pode gerar uma situação crítica aos hospitais e seus pacientes.
     A priori, a escassa divulgação de informações sobre o ato da doação de órgãos gera uma insegurança e falta de preparo das famílias que vivem essa situação. Isso ocorre pelo fato de que a morte faz parte de um tabu social e não é comentada até que seja estritamente necessário, fazendo com que falte o tempo que é preciso para a família formar uma decisão sólida e consciente sobre o desejo de seus familiares.
     A posteriori, a falta de preparo dos profissionais da saúde é um fator de extremo risco, pois demanda de uma estrutura que funcione bem em todos os aspectos para alcançar o êxito. Devido a essa estrutura se basear em meios de transportes eficazes e rápidos (normalmente, um helicóptero) e profissionais disponíveis a todo momento, qualquer falha pode acarretar na perda de órgãos saudáveis, pois cada um possui um tempo de vida útil fora do corpo.
     Portanto, é necessário encontrar um equilíbrio na relação entre corpo e necessidades. Com isso, o Ministério da Cultura deve investir em campanhas televisivas, por ser um método de comunicação eficaz e de fácil acesso, para que a população tenha contato com maiores informações sobre o tema e, assim, desenvolva um posicionamento mais consciente sobre a doação, evitando futuros arrependimentos. Ademais, o Estado, em parceria com o Ministério da Saúde, deve investir em métodos de capacitação para os profissionais da área, desde aulas básicas durante a faculdade á cursos especializantes gratuitos.