Dilemas da doação de órgãos

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    Na sociedade contemporânea, faz-se perceptível uma demanda bastante considerável de cidadãos com a necessidade de doação de órgãos no Brasil, porém, o número de doadores é pouco. Assim, sendo necessário o incentivo mais eficaz e ampliação conceitual da população, pois é importantíssimo a ação dos brasileiros, a fim de minimizar a carência de doação no país e ajudar os necessitados. 
          Dessa forma, conforme o escritor Franz Kafka, a solidariedade é o maior gesto de respeito à dignidade humana. Nessa perspectiva, o ato solidário ajuda não só o paciente, mas também amplia a forma do conhecimento do cidadão. E, com isso, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, doações e transplantes estão em crescimento a cada ano, salvando pessoas que estavam há anos na lista de espera. Ademais, são métodos cirúrgicos previstos na Lei 943/97 da Constituição Brasileira, que dispõe sobre a remoção para fins de tratamento. Desse modo, fornecendo a melhora consideravelmente do estado de saúde do receptor, o qual consegue ter uma vida longa, mas com o uso de remédios contra a rejeição. 
          Vale ressaltar que, devido à falta de conhecimento, muitas famílias não autorizam a doação de órgão de entes falecidos, tornando-se um empecilho. Dessa maneira, a ausência de informação e da abordagem da mídia a respeito do assunto; e, também, a comunicação abrupta dos médicos e enfermeiros com os familiares em luto, traz como consequência a alta taxa de recusa familiar. E, por isso, é um número alarmante de acordo com os estudos da ABTO, entre 1998 e 2012, em que cerca de 21 mil famílias se recusaram a doar órgãos, sendo necessário uma atenção especial para esse problema no país. E, portanto, a fim de um fornecimento educacional mais direcionado a minimização de tal acontecimento. 
           Destarte, deve-se sempre procurar dialogar com a sociedade sobre a precisão do ato solidário, fornecendo conhecimento e a busca por cessar mitos relacionado a isso. Em razão disso, com a atuação de Organizações não governamentais em parceria com o meio midiático, em prol de proporcionar uma compreensão mais eficaz sobre a doação de órgãos no Brasil. Com a utilização das redes sociais, mobilizar os brasileiros com o intuito de ampliar os conceitos sobre a solidariedade humana. Além disso, cabe ao Estado com o Ministério da Educação viabilizar Palestras socioeducativas nas Escolas, com a participação de cidadãos que estão necessitando da doação, em prol de evidenciar o drama diário de cada um. E, com isso, sensibilizando os brasileiros sobre a importância da popularização da ação de doar e ascensão da dignidade humana.