Dilemas da doação de órgãos

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    Em 1968 aconteceu o primeiro transplante de coração no Brasil e do mundo, ocorrendo tudo bem, mas infelizmente 28 dias após a cirurgia o receptor faleceu em consequência de rejeição do órgão. O número de doadores cresceu 15% em nosso país, por outro lado, a falta de informação para mostrar a importância de ampliar a prática desse ato, ainda está em pauta.
     Com o avanço da medicina, aumentaram também a quantidade de medicamentos imunossupressores que facilita o coletor a não ter o seu elemento recebido recusado. Dessa forma, a esperança de ter uma vida prolongada se torna possível aos olhos de quem não teria mais expectativa de viver. Ainda que, os procedimentos de aderir um órgão sejam minunciosamente delicados, há grandes chances de sucesso. 
     Salienta-se ainda que, mesmo com o aumento de doações existem dificuldades como, o transporte com rapidez da parte de um sistema, e objetos adequados para conserva-lo até seu destino. A população deve ter senso crítico para perceber que o melhor a fazer é proliferar cada vez mais essa causa de solidariedade, permitindo que assim quando um familiar venha a morrer, seja retirado o que