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    O livro de ficção Não me abandone jamais, narra uma realidade distópica onde existem grupos de pessoas, criadas geneticamente para se tornarem doadoras, pessoas em tais condições em determinado período da vida adulta, doam seus órgãos vitais. Fazendo paralelo com a ficção, o tráfico de órgãos em alguns países existe e pode trazer reflexos negativos ao Brasil, gerando dúvidas as famílias no momento da doação.
            O transplante de órgãos é realizado em situações na qual o doador se encontra em morte cerebral, situação na qual juridicamente o individuo é declarado morto. Cabe aos familiares a autorização da doação dos órgãos e tecidos, perante à lei dos transplantes de órgãos de 1997. Há também à doação inter vivos na qual a mais comum é o transplante de rins e ocorre como doação direta.
           Felizmente o aumento da doação de órgãos cresceu 63,8% entre 2004 e 2014, segundo dados da Agência Brasil. Tal estatística se deve a instrução das famílias que autorizaram a doação. Ademais, a não doação pode estar relacionada à questões religiosas ou à dúvidas sobre o processo do sistema de doação, já que em várias partes do mundo ocorre a prática de comercialização de órgãos.
          Portanto, devido aos fatos supracitados, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com escolas públicas e privadas a realização de palestras  por profissionais da área da saúde, para pais e alunos, nas quais seriam apresentados o sistema de doação de órgãos no Brasil e a importâncias das doações.