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    A ineficiência do sistema 
          Embora o Brasil lidere o Ranking de destaque na doação de órgãos, a maioria dos brasileiros não doam partes do seu corpo, aumentando assim o número da lista de espera. Além disso, as falhas de logística e estrutura do SUS (sistema único de saúde) tem se tornado barreiras para que a eficiência do programa seja eficaz no país.
        Em primeiro plano, destaca-se a lei 9.474, de janeiro de 1997, que institui a legalidade sobre a remoção de órgãos tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento, caso seja de livre vontade e autorizada pelo doador ou familiar responsável. Indubitavelmente, o regulamento é uma reafirmação do direito à vida. Apesar de existir o código de implementação da doação, a falta de uma estrutura hospitalar eficiente, uma melhor capacitação dos profissionais conjunto ao déficit de transporte rápido é viável, para não se perder esse tecido, faz com que o sistema apresente dificuldades e com que se eleve o número de indivíduos à espera. 
       De acordo com a ABTO (Associação Brasileira de Transplante de órgãos), a cada 100 famílias, 43 se recusam a fazer doação, em alguns estados da região norte esse número é alarmante chegando a 90% dos entrevistados. Eventualmente, a falta de informação sobre como funciona o processo e os procedimentos para se tornar um concessor, tem sido uma das barreiras e quando escolhem ajudar o próximo os parentes não sabem da sua escolha e não entregam o conjunto de tecidos vivos, que poderiam salvar vidas.
       Dessa forma, é preciso notar que a falta de conhecimento da população sobre a doação de órgão contribui para o agravamento do problema em questão. É preciso que o governo atue iminentemente na reestruturação do sistema de transplante público no país, cabe ao ministério de saúde conjunto ao SUS, implantar programas que veiculem nos sistemas de mídia, através de propagandas e campanhas publicitarias que abranja todos os brasileiros, sobre a necessidade de doar estruturas funcionais vivas e que está é a única forma de salvar vidas. Além disso, uma parceria com projetos urbanistas das prefeituras locais, para que melhorem o fluxo logístico, e comprem veículos aéreos, através de fundos públicos destinados à saúde - tais como aviões, jatos e helicópteros- para o transporte dos tecidos com maior rapidez, já que sofrem deterioração após determinado período.