Dilemas da doação de órgãos

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    " O importante não é viver, mas viver bem. " Para o filósofo Platão, a qualidade de vida ultrapassa a própria existência, entretanto, no Brasil,a doação de órgãos  é insatisfatória, apresenta-se de diversas formas, como, carência de informações, ausência de profissionais capacitados para o processo do transplante, outro obstáculo é o fluxo logístico ineficaz que agrava a saúde. Logo a eficiência para doação de órgão ainda é um desafio.
      Tal fato é ocasionado pela recusa das famílias por falta de informações que prejudica a realização do transplante. Nesse sentido, a ausência de orientações é empecilho para salvar mais vidas, visto também, a omissão de confiança dos familiares pelos atendimentos, ainda, há uma precaridade  do SUS e uma má distribuição de equipes especializadas ou profissionais capacitados para a realização  do transplante.
      Ademais, a falta de transportes apropriados para possibilitar o trajeto do órgão no tempo correto e no local adequado para a conservação é um tanstorno, comprometendo a saúde, embora, segundo dados o R7, o número de transplante de órgãos no Brasil aumentou  em 15,7%  no primeiro semestre de 2017, comparado ao de 2016, mesmo com essa porcentagem o país mantém-se em um nível intermediário em ranking de doações no mundo.
      É preciso, portanto, que o Ministério da Saúde providenciem um mecanismo de eficácia para implementação de equipes especializadas, e  infraestrutura, com ajuda do Ministério do Transportes para capacitar a efetividade da doação de órgãos. Além disso, a mídia por meio de campanhas publicitárias, como a Apar  para conscientizar as pessoas sobre a importância da doação, para assim salvar mais  vidas.