Dilemas da doação de órgãos

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    Um dos maiores avanços da medicina, foi conseguir substituir orgãos comprometidos por sadios. No Brasil esse advento, apesar de salvar a vida de muitas pessoas, ainda não é capaz de suprir toda a demanda.
     Devido à carência de doações, muitos enfermos aguardam por transplante em filas enormes. Vários acabam morrendo enquanto esperam. O principal aspecto desse problema é a falta de conscientização sobre a importância de doar.
      Um único doador - tendo todos seus orgãos e tecidos reaproveitados - pode salvar a vida de até 20 pessoas. É imprescindível que as mídias junto ao governo procurem levar essa informação ao maior número de pessoas.
     Após conscientizar-se dos beneficies desse gesto humanitário e optar por ser um doador, o indivíduo precisa esclarecer esta decisão a sua família, a fim de que autorizem a doação após sua morte.
       Diante de tal problema, uma medida pragmática que o governo poderia adotar, seria mudar a lei de doação e presumir que todos são doadores (a não ser que o indivíduo registre ao contrário) de forma que facilitem a retirada de órgãos e diminuam o tempo na fila.