Dilemas da doação de órgãos

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    Nos últimos anos, o número de órgãos doados no Brasil aumentou 68%. Entrementes, a doação de órgãos no país ainda é insuficiente. Nesse âmbito, é notável que as maiores causas da Problemática são o desconhecimento acerca do assunto e a infraestrutura Insuficiente.
      Em primeiro plano, é mister observar que a insciência a respeito do assunto agrava o problema. Nessa perspectiva, é importante ressaltar que ,segundo Sócrates, os erros são consequência da ignorância humana. Logo, vale analisar que as pessoas não doam órgãos, pois falta-lhes  informações. Nessa lógica, o assunto é estigmatizado e visto sob inúmeros tabus, que fazem os Indivíduos temerem o processo de transplante. Dessa forma, mesmo em condições propícias, os doadores em potencial, por receio, abstraem-se. 
       Outrossim, a falta de infraestrutura voltada para a doação de órgãos, frequentemente, a impossibilita. Por esse ângulo, o armazenamento e transporte desse material fica comprometido, visto que helicópteros e bolsas para esse fim não são disponibilizadas. Consequentemente, segundo dados da ABTO, Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, o país desperdiça ao menos 50% dos órgãos potencialmente aptos para transplante. 
       Destarte, medidas para aumentar o número de doação de órgãos são necessárias. Primeiramente, a TV aberta, por meio de propagandas, deve conscientizar a população acerca do assunto, para que a sociedade perca o medo de doar. Nesse sentido, tais campanhas publicitárias devem ensinar como se tornar um doador, desmistificar a questão e incentivar as pessoas a doar. Concomitantemente, o governo deve investir em infraestrutura. Só assim todos os indivíduos que precisam receberão um órgão.