Dilemas da doação de órgãos

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    No meio do caminho tinha uma pedra. Essa frase, retirada de um poema de Carlos Drummond, retrata os problemas encontrados na sociedade. Dessa forma, é possível afirmar que a doação de órgãos no Brasil torna-se um dilema pelo pouco debate do assunto. Isso se evidencia por pouca disseminação da informação, como também pelo pouco diálogo familiar.    Primordialmente, é importante realçar a relevância do acesso à informação. Atualmente, é muito pouco difundido na mídia, no âmbito escolar e familiar sobre a temática da doação de órgãos. Por conseguinte, o cidadão que não recebe e não debate o assunto, não saberá, de fato, a importância do tema. Sendo assim, é evidente como campanhas em prol do aumento do número de doadores são imprescindíveis. 
      Ademais, deixar claro para os familiares sobre ser um doador de órgãos demonstra um diálogo familiar saudável. Dessa forma, a família possuí um papel fundamental, tal que, a transparência, por intermédio do debate, é essencial. É da família o início da decisão em ser um doador e, dessa forma, ter a chance de salvar outras pessoas. Logo, Newton dizia que um corpo tende a permanecer em seu estado até que uma força atue sobre ele, dessa maneira, campanhas e a disseminação do assunto são necessárias. 
      É necessário, portanto, debater sobre o assunto no âmbito educacional e familiar. Nesse sentido, é dever do Governo financiar campanhas em outdoors, midiáticas e jornais, com o intuito de levar à informação sobre o tema aos brasileiros, para que o número de doadores de órgãos cresça no país. Ainda mais, a escola em consonância com a família deve promover rodas de conversas e dramatizações para debater sobre o assunto e levar as pessoas a ser um doador de órgão. Só assim as pedras no caminho serão removidas.