Dilemas da doação de órgãos

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    No ano de 1964, ocorreu o primeiro transplante de órgão no Brasil, desde então o país avançou muito nos técnicas cirúrgicas sendo referência internacional para a muitas nações. Contudo, a pouca divulgação insuficiente comunicação entre quem deseja concessor e a família tem gerado declínio no número de doações.
          Em primeiro plano, a pouca informação tem se tornado um empecilho, pois grande parte dos brasileiros desconhecem a importância de concessor. Dessa forma, muitas pessoas não sabem que uma doação podem salvar. Inclusive, São Paulo, tem um projeto que beneficia a família da pessoa que tiver doado pelo menos um órgão para transplante, pois ficará isento do pagamento de algumas taxas e despesas como o funeral de acordo com a lei 11.479/94. Como já dizia Nelson Mandela, "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". Então, eduque os jovens para se aumentar o número de doadores individuais salvas em todo o Brasil. 
          Dessa forma, a pessoa que deseja ser doador deve comunicar a família, pois segundo Associação Brasileira de transplante de órgãos (ABTO) cerca de 47% dos familiares não autoriza doação, pois não sabiam da intenção do parente. Outrossim, o meio modifica o ser, segundo Lamarck. Sendo assim, a pessoa que vive em uma sociedade onde há grande incentivo de doações a população tende a se sensibilizar ajudar o outro. 
          Portanto, o governo deve promover campanhas de inclusão para estimular a doação de órgãos através do Ministério da Educação para desde cedo sensibilizar a população a ser doadores. Além disso o Ministério da Saúde deve promover campanhas de incentivo à doação esclarecimento de dúvidas para aumentar o doadores. Dessa forma a família como primeiro lugar de aprendizado deve estimular através de conversas a importância de pensar no outro para assim estimular seus familiares a ser conversores.