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    Um ato para salvar 
              É notório que no Brasil o número de doadores cresceu bastante no século XXI. No entanto a lista de espera é exorbitante. Dentre tantos fatores relevantes temos a insegurança da família a respeito da informação do médico, e a esperança que o milagre possa acontecer, e o ente querido retorne a vida. 
            Segundo o filósofo Immanuel Kant "o ser humano é aquilo que a educação faz dele". Dentro dessa ótica pode afirmar que, por falta de conhecimento as famílias tem receio de autorizar a doação de órgãos do falecido, nesse sentido o médico leva muito tempo para explicar tudo e mostrar que o diagnóstico é válido, por esse fator perde-se tempo valioso.               Além disso, deve-se entender que o ato de doar pode salvar muitas vidas, esperar por meio do milagre não e aconselhável, a cada minuto fará diferença na hora de salvar vidas e dar um sentido bom para aquele ato, como exemplo saber que um ente querido esta propiciando uma chance de vida, a alguém desconhecido.
            Dessa forma, medidas são necessárias para resolver o impasse. Deve-se buscar maneiras de inserir as famílias ao acompanhamento de todo o caso clinica dos pacientes e ressaltar quão seguro e o relatório médico, e através de palestras nos centro de saúde instruir as famílias com a importância da doação de órgãos, e através da mídia, com campanhas educativas, como compreender o conceito de morte encefálica, mostrar que um pode salvar uma vida.