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    Para Émili Durkhein, a sociedade pode ser comparada a um “corpo biológico” por ser, assim como esse, composta por partes que interagem entre si. Desse modo, a doação de órgãos no Brasil representa uma ação de grande valia para a salvação de vidas, embora a falta de informação em relação ao assunto induza os familiares a não contribuir. Tendo em vista os benefícios a vida cujo repasse dos órgãos simboliza, juntamente com as consequências que o desconhecimento sobre ele trazem, convém analisarmos como informar melhor os cidadãos e, consequentemente, encoraja-los a doar.
      Segundo médicos e especialistas, não ter conhecimento acerca da retirada e do transplante dos órgãos mostra-se o principal contratempo visto que, a descrença na qualidade dos serviços públicos interfere diretamente no momento da autorização. As famílias não sabem como o procedimento será realizado e temem o desrespeito com o corpo de seu ente querido.
       Entretanto, faz-se necessário o uso deste método na medicina brasileira já que, muitas pessoas serão beneficiadas. Quando um paciente sofre morte encefálica, grande parte de seus tecidos e órgãos permanecem em ótimas condições,tais elementos certamente seriam utilizáveis em outros pacientes.
       Logo, para elevar ainda mais os números de doações medidas são cabíveis. Aos Governos Municipais, é válida a criação de campanhas efetivas que informem e incentivem os brasileiros a respeitos da doação de órgãos e de como ela é feita no intuito de “quebrar” este tabu e assim adquirir mais doadores.