Envie sua redação para correção
    Em 2015, o jogador futebolístico Daniel Alves ofereceu seu fígado, mesmo sabendo que não poderia continuar praticando o esporte, ao seu companheiro de time Abidal, que passava por um câncer, mesmo assim o rejeitou, sabendo dos prejuízos que o companheiro teria. Em uma análise aprofundada da situação, observa-se que a doação de órgãos é extremamente necessária e existem resistores que a impedem de ser feita. 
      Adiante, a doação de órgãos não pode ser rejeitada, porque é um ato de suma importância. Visto que, esse gesto de solidariedade pode salvar não só a vida de uma pessoa, como a de várias. Pois, uma pesquisa feita pelo hospital Albert Einstein, revela que um potencial doador pode salvar a vida de 10 pessoas que necessitam do transplante. Além disso, a falta de doações gera filas de espera enormes, e muitas pessoas acabam morrendo esperando. Desse modo, as doações necessitam ser efetuadas em maior quantidade.
      Entretanto, existem problemas que impedem esse aumento. Algumas pessoa ao invés de doar, vendem seus órgãos. Porém, a Constituição Federal de 1988, determina que é crime a venda ou compra de tecidos ou órgãos humanos. Contudo, existem 17 processos por tráfico de órgãos que ainda estão na Justiça Federal. Além do mais, existe um prazo para que os órgãos da pessoa sejam reaproveitados, como é a família que determina se a doação será feita ou não, o hospital encarrega uma pessoa não preparada para tentar induzir a família de doar. Portanto, haverá uma pequena chance da família ser convencida com sucesso. Soma-se a isso, mitos criados pela população: potenciais doadores teriam que ser vítima de morte encefálica, e os cadáveres desse tipo de falecimento tem espasmos musculares, levando os parentes a acreditarem que estão vivos, passando do tempo limite para doação. Além disso, há o mito de o doador ter seu corpo mutilado, fazendo com que o velória seja  de caixão fechado, o que não é verdade. 
      Em suma, o Poder Legislativo, deve desenvolver leis de tipificação como crime hediondo aos atos de venda ou compra de órgãos, para que os criminosos tenham realmente medo de cometer esse ato. Outrossim, o Ministério da Saúde, deverá capacitar e disponibilizar psicólogos, que convençam as famílias a decidirem a favor da doação. Ademais, o Ministério das Comunicações, em parceria com a mídia, por meio de propagandas, deve esclarecer sobre o óbito e da não mutilação do cadáver, para que não haja dúvidas da população. Desse modo, poder-se-á obter um resultado melhor nas doações.