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    Doar órgãos é uma nova oportunidade de salvar uma vida. Embora algumas famílias e religiões agem contra isso, o ser humano merece uma segunda chance. É essencial que a doação seja feita em casos irreversíveis. 
         A negativa da família impede que a doação seja feita, pois fica na esperança de que o caso se reverta. Sobretudo pelos entes queridos serem jovens, é difícil aceitar esta situação. Além disso, algumas religiões não aceitam que se faça a doação de órgãos, pois prezam que o ser humano deve seguir a vida conforme Deus o enviou ao mundo. Da mesma forma que após a morte o mesmo segue com suas próprias características.      
         No Brasil, cerca de 35 mil pessoas aguardam na fila de espera. Nesse sentido, muitas pessoas morrem antes de ter um doador compatível, enquanto a família do doador não decide se deve ou não doar os órgãos. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), o número de negativas familiares aumentou em um ano de 41% para 47%, mesmo tendo o diálogo entre familiares e médicos que auxiliam nessa busca. 
         O país luta para conscientizar a população em geral. É preciso mobilizar, por meio de divulgações em comunidades e escolas para que as pessoas sejam alertadas da importância de salvar uma vida. É necessário que a mídia em geral aja em prol desse assunto para diminuir a quantidade de pessoas que está aguardando um órgão. Outrossim, o doador se torna parte importante na vida de alguém, dando a ele uma nova chance de viver.